- eu poderia viver nos dois mundos, mas não enfrentá-los ao mesmo tempo. O meu mundo e o dos homens merecem doses homeopáticas. Tudo demais, dos dois, é veneno - como no ditado popular. Meu casulo, meu particular, minha cabeça de tantos outros mundos mais... infinidade. De temores, desabores, agonias e fortaleza. Mas tudo muito efêmero, apesar de cíclico... É rápido, não demora e se repete. Há espaço pra tudo: pras sensações de aconchego, de paz interior, de adrenalina, de insegurança, de amor fraterno, amor fulgaz, amor pra sempre enquanto durar, amor próprio, pra amizades, pra fé, pra descrença, pra tudo o que fica ou vai embora. Há sempre espaço pra tudo.
na vitrola? Candyland, de cocorosie.