Sempre vou tender a respeitar aquilo que dura... que permanece... que teve tempo de amadurecer. Devemos isso a tudo que já teve tempo pra nascer e maturar e de todas as formas possíveis pra se aprender algo, talvez a mais poderosa seja através dessas 24h que se seguem dia após dia; ruga após ruga; fase após fase. Não considerar tempo essencialmente como relativo talvez seja um erro, mas sempre vou tender a baixar a guarda em reverência aos que essencialmente acumulam experiências. Aprender com a experiência dos outros é menos penoso do que aprender com a própria e é sempre muito bom constatar o saldo positivo que é melhorar com o tempo.
As amizades de outrora são magníficas em provar isso à medida que as vejo falar com tanta propriedade da pessoa que fui e na qual me transformei – ainda assim permanecendo capazes de me amar e respeitar com a lealdade que aprende a vir com os anos. A vocês, sou grata por me ajudarem a enxergar os defeitos e qualidades que me fazem ser quem sou e, principalmente, por me mostrarem o quanto vale a pena ser capaz de investir nas pessoas, acreditando que se pode enxergar o mundo por outros olhos, mesmo quando se ache que as possibilidades pra isso não são lá tão grandes.
As pessoas na verdade não são donas de si. Acabam pertencendo aos que as amam e, de todas as formas de amar, a amizade indubitavelmente é a mais pura e despida de falsas expectativas. Pra ser amigo, é preciso conhecer; e pra conhecer, são precisas as voltas que esse mundo dá junto com os momentos em que as máscaras caem e as personalidades afloram. Obrigada pela paciência em esperar que me despisse de algumas das minhas próprias máscaras. Amigo é amigo pra tudo e qualquer coisa, inclusive pros momentos em que se precisa relembrar da própria essência. Obrigada por me permitirem sonhar com os pés no chão e por fazê-lo comigo. Pertencer aos meus sempre será um enorme prazer e pertenço a cada um de forma diferente, mas com tudo o que tenho.
Aos amigos – em especial aos meus, um brinde com desejo de vida longa! “A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse:
“Não há mais o que ver”, saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.” Que Saramago esteja certo e que estejamos, nós amigos, a viajar sempre juntos até que nossos trajetos se prolonguem em memória, através do tempo.
As amizades de outrora são magníficas em provar isso à medida que as vejo falar com tanta propriedade da pessoa que fui e na qual me transformei – ainda assim permanecendo capazes de me amar e respeitar com a lealdade que aprende a vir com os anos. A vocês, sou grata por me ajudarem a enxergar os defeitos e qualidades que me fazem ser quem sou e, principalmente, por me mostrarem o quanto vale a pena ser capaz de investir nas pessoas, acreditando que se pode enxergar o mundo por outros olhos, mesmo quando se ache que as possibilidades pra isso não são lá tão grandes.
As pessoas na verdade não são donas de si. Acabam pertencendo aos que as amam e, de todas as formas de amar, a amizade indubitavelmente é a mais pura e despida de falsas expectativas. Pra ser amigo, é preciso conhecer; e pra conhecer, são precisas as voltas que esse mundo dá junto com os momentos em que as máscaras caem e as personalidades afloram. Obrigada pela paciência em esperar que me despisse de algumas das minhas próprias máscaras. Amigo é amigo pra tudo e qualquer coisa, inclusive pros momentos em que se precisa relembrar da própria essência. Obrigada por me permitirem sonhar com os pés no chão e por fazê-lo comigo. Pertencer aos meus sempre será um enorme prazer e pertenço a cada um de forma diferente, mas com tudo o que tenho.
Aos amigos – em especial aos meus, um brinde com desejo de vida longa! “A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse:
“Não há mais o que ver”, saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.” Que Saramago esteja certo e que estejamos, nós amigos, a viajar sempre juntos até que nossos trajetos se prolonguem em memória, através do tempo.
3 comentários:
Gata,
Como sempre me mata de orgulho, que lindas palavras amiga, que verdade tãooooooo verdadeira(desculpe a redundância)kkkkkkkkkkkkkk...
Pode contar comigo em todas as suas viagens,viu? Estarei sempre aqui!!!!
bjos,
Te amo!
Gabi
Só me vem a mente uma palavra, orgulho, e uma outra no coração, saudade. Xerinho
Lila
Amigaaaa, poxa só de saber que eu estive participando de conversas que inspiraram um texto como esse é maravilhoso. Obrigada por não se permitir ser um viajante em minha vida, e sim uma amiga sempre lá. bjinhos
Belle (a de Galego) haiuhaiuhai
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