Incrível como as coisas – todas as coisas – resumem-se à percepção que se tenha delas. Os sonhos, as tragédias, os planos que já me pareceram tão grandes ou audaciosos – alguns deles – já até cabem e estão guardados em uma caixinha de memórias e de surpresas.
Exatamente porque a única coisa que nunca poderemos controlar (ou prever) é a capacidade que tudo sempre terá de nos surpreender. E aí ... exatamente aí... é que mais claramente se distinguem as pessoas: existem as que adoram ser surpreendidas e as que simplesmente odeiam.
É aqui onde todas as suposições caem por terra; onde as palavras e atitudes ensaiadas são esquecidas; onde tudo o que se poder fazer é respirar fundo, trabalhar através da situação e esperar estar pronto o bastante pra lidar com o inesperado. Quantas vezes não desistimos de milhões de planos simplesmente por achar não ser a hora; não estarmos prontos ou por não agüentarmos o tranco.
Pois lhes trago um velho tão novo fato: o "Sr. Inesperado" NÃO DÁ A MÍNIMA pras hipóteses que você considerou. Pros muros que construiu. Pras previsões que fez ou praquilo que lhe seja familiar. Ele simplesmente não pede permissão ou pergunta ser bem-vindo. Faz as coisas por ser um executor e ter grande apreço pelo “fazer acontecer”.
Então vai ser assim: mesmo que não tenha exata noção do que isso possa significar – e mesmo que, um dia, todo mundo já tenha sido advertido pra ter cuidado com o que deseja – eu absolutamente não vejo a hora e mal consigo conter a vontade de esbarrar, quase que aos tropeços, com ele. Com um turbilhão de tudo novo de novo. Com um turbilhão de... desafios. Com tudo isso e mais um monte de coisas do qual não faça a mínima idéia. Afinal de contas, onde se vê medo, hesitação ou retração, também se pode sentir vida, repleta de adrenalina e inspiração.
Exatamente porque a única coisa que nunca poderemos controlar (ou prever) é a capacidade que tudo sempre terá de nos surpreender. E aí ... exatamente aí... é que mais claramente se distinguem as pessoas: existem as que adoram ser surpreendidas e as que simplesmente odeiam.
É aqui onde todas as suposições caem por terra; onde as palavras e atitudes ensaiadas são esquecidas; onde tudo o que se poder fazer é respirar fundo, trabalhar através da situação e esperar estar pronto o bastante pra lidar com o inesperado. Quantas vezes não desistimos de milhões de planos simplesmente por achar não ser a hora; não estarmos prontos ou por não agüentarmos o tranco.
Pois lhes trago um velho tão novo fato: o "Sr. Inesperado" NÃO DÁ A MÍNIMA pras hipóteses que você considerou. Pros muros que construiu. Pras previsões que fez ou praquilo que lhe seja familiar. Ele simplesmente não pede permissão ou pergunta ser bem-vindo. Faz as coisas por ser um executor e ter grande apreço pelo “fazer acontecer”.
Então vai ser assim: mesmo que não tenha exata noção do que isso possa significar – e mesmo que, um dia, todo mundo já tenha sido advertido pra ter cuidado com o que deseja – eu absolutamente não vejo a hora e mal consigo conter a vontade de esbarrar, quase que aos tropeços, com ele. Com um turbilhão de tudo novo de novo. Com um turbilhão de... desafios. Com tudo isso e mais um monte de coisas do qual não faça a mínima idéia. Afinal de contas, onde se vê medo, hesitação ou retração, também se pode sentir vida, repleta de adrenalina e inspiração.
E aqui, meus amigos, voltamos ao início – como tudo na vida. As coisas – absolutamente todas as coisas – se resumem à percepção que se decida ter delas.
PS: e só pra constar, eu ADORO surpresas!
PS: e só pra constar, eu ADORO surpresas!
Um comentário:
Concordo em gênero, número e grau. E quanto mais internalizamos essa percepção de mundo, melhor vivemos, melhor encaramos os obstáculos entrepostos entre o que queremos e onde estamos. Voi lá!
Kalina Simplício
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